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 Domingo da Misericórdia

Domingo da Misericórdia

Santa Faustina foi obediente a Jesus e anotou todas as suas orientações sobre a Festa da Misericórdia. Ela e o Padre Miguel Sopoćko não mediram esforços para que a mensagem da Divina Misericórdia fosse propagada e a Festa da Misericórdia fosse instituída e celebrada por todos. Quando Jesus pediu que fosse celebrada a Festa da Misericórdia, Ele instruiu a Santa Faustina quem seriam os convidados, o porquê, quando e o que esperar da sua celebração. Convidados: De acordo com as anotações de Santa Faustina em seu Diário, (cf. 699) todas as almas são convidadas, especialmente os pecadores; Quando: O primeiro domingo depois da Páscoa – Domingo da Misericórdia; Por quê: Jesus queria lançar uma última tábua de salvação para as almas, que estão se afundando em pecado e desespero. A Festa é um refúgio e abrigo especial para a consolação das almas do mundo todo; O Na Igreja, a Festa foi instituída em 30 de abril do ano 2000 — no mesmo dia da canonização da Irmã Faustina, o Papa João Paulo II proclamou com vigor perpétuo a instituição do “Domingo da Misericórdia Divina”, devendo este ser celebrado solenemente por toda a Igreja no 2º domingo da Páscoa. Recomendações Para que a Festa da Divina Misericórdia seja celebrada adequadamente, e frutifique em cada um que dela participar, recomenda-se: ter arrependimento dos pecados, realizar a confissão sacramental (pode ser no dia da Festa ou nos dias anteriores a ela), ter a devota participação da Festa, recebendo nesse dia, com todo amor e fé a Comunhão Eucarística. E no cotidiano da vida o fiel deve: venerar a imagem de Jesus Misericordioso; implorar a Misericórdia Divina para o mundo; divulgar com ardor a mensagem de Jesus Misericordioso e praticar obras de misericórdia em favor do próximo.que esperar: Neste dia podemos receber uma renovação espiritual completa, alcançando a indulgência plenária. “Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas” (Diário, 699).

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