Cristãos leigos e leigas, sujeitos na "Igreja em saída", a serviço do Reino.

Liturgia Diária

Ramos e Paixão do Senhor

Domingo, 25 de Março de 2018

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Leitura do profeta Isaías:

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás.

6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.
  • Salmo

    R: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?

    1- Riem de mim todos aqueles que me veem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: Ao Senhor se confiou, ele o liberte E agora o salve, se é verdade que ele o ama!

    2- Cães numerosos me rodeiam furiosos e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos.

    3- Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro!

    4- Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembleia hei de louvar-vos! Vós, que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeitai-o, toda a raça de Israel!
  • Evangelho

    NARRADOR Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos:
    Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da lei e todo o sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. E Pilatos o interrogou:

    LEITOR I “Tu és o rei dos judeus?”

    NARRADOR Jesus respondeu:

    PRESIDENTE “Tu o dizes”.

    NARRADOR E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. Pilatos o interrogou novamente:

    LEITOR I “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!”

    NARRADOR Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. Pilatos perguntou:

    LEITOR I “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?”

    NARRADOR Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. Pilatos perguntou de novo:

    LEITOR I “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?”

    NARRADOR Mas eles tornaram a gritar:

    GRUPO Crucifica-o!

    NARRADOR Pilatos perguntou:

    LEITOR I “Mas, que mal ele fez?”

    NARRADOR Eles, porém, gritaram com mais força:

    GRUPO Crucifica-o!

    NARRADOR Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. E começaram a saudá-lo:

    LEITOR II “Salve, rei dos judeus!”

    NARRADOR Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um. Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O Rei dos Judeus”. Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda. Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

    LEITOR III “Ah! Tu que destróis o templo e o reconstróis em três dias, salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”

    NARRADOR Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo:

    LEITOR IV “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! O Messias, o rei de Israel... que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”

    NARRADOR Os que foram crucificados com ele também o insultavam. Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte:

    PRESIDENTE “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”

    NARRADOR Que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram:

    LEITOR III “Vejam, ele está chamando Elias!”

    NARRADOR Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo:

    LEITOR II “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”.

    NARRADOR Então Jesus deu um forte grito e expirou.

    Todos se ajoelham ou se inclinam por um instante...

    Nesse momento a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse:

    LEITOR IV “Na verdade, este homem era Filho de Deus!”

    NARRADOR Palavra da Salvação.

    - Glória a vós, Senhor.


Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses:

6Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, 7mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, 8humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz.

9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. 10Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, 11e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.
  • Salmo

    R: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?

    1- Riem de mim todos aqueles que me veem, torcem os lábios e sacodem a cabeça: Ao Senhor se confiou, ele o liberte E agora o salve, se é verdade que ele o ama!

    2- Cães numerosos me rodeiam furiosos e por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram minhas mãos e os meus pés e eu posso contar todos os meus ossos.

    3- Eles repartem entre si as minhas vestes e sorteiam entre si a minha túnica. Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, ó minha força, vinde logo em meu socorro!

    4- Anunciarei o vosso nome a meus irmãos e no meio da assembleia hei de louvar-vos! Vós, que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, glorificai-o, descendentes de Jacó, e respeitai-o, toda a raça de Israel!
  • Evangelho

    NARRADOR Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo segundo Marcos:
    Logo pela manhã, os sumos sacerdotes, com os anciãos, os mestres da lei e todo o sinédrio, reuniram-se e tomaram uma decisão. Levaram Jesus amarrado e o entregaram a Pilatos. E Pilatos o interrogou:

    LEITOR I “Tu és o rei dos judeus?”

    NARRADOR Jesus respondeu:

    PRESIDENTE “Tu o dizes”.

    NARRADOR E os sumos sacerdotes faziam muitas acusações contra Jesus. Pilatos o interrogou novamente:

    LEITOR I “Nada tens a responder? Vê de quanta coisa te acusam!”

    NARRADOR Mas Jesus não respondeu mais nada, de modo que Pilatos ficou admirado. Por ocasião da Páscoa, Pilatos soltava o prisioneiro que eles pedissem. Havia então um preso, chamado Barrabás, entre os bandidos, que, numa revolta, tinha cometido um assassinato. A multidão subiu a Pilatos e começou a pedir que ele fizesse como era costume. Pilatos perguntou:

    LEITOR I “Vós quereis que eu solte o rei dos judeus?”

    NARRADOR Ele bem sabia que os sumos sacerdotes haviam entregado Jesus por inveja. Porém, os sumos sacerdotes instigaram a multidão para que Pilatos lhes soltasse Barrabás. Pilatos perguntou de novo:

    LEITOR I “Que quereis então que eu faça com o rei dos judeus?”

    NARRADOR Mas eles tornaram a gritar:

    GRUPO Crucifica-o!

    NARRADOR Pilatos perguntou:

    LEITOR I “Mas, que mal ele fez?”

    NARRADOR Eles, porém, gritaram com mais força:

    GRUPO Crucifica-o!

    NARRADOR Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus e o entregou para ser crucificado. Então os soldados o levaram para dentro do palácio, isto é, o pretório, e convocaram toda a tropa. Vestiram Jesus com um manto vermelho, teceram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. E começaram a saudá-lo:

    LEITOR II “Salve, rei dos judeus!”

    NARRADOR Batiam-lhe na cabeça com uma vara. Cuspiam nele e, dobrando os joelhos, prostravam-se diante dele. Depois de zombarem de Jesus, tiraram-lhe o manto vermelho, vestiram-no de novo com suas próprias roupas e o levaram para fora, a fim de crucificá-lo. Os soldados obrigaram um certo Simão de Cirene, pai de Alexandre e Rufo, que voltava do campo, a carregar a cruz. Levaram Jesus para o lugar chamado Gólgota, que quer dizer “Calvário”. Deram-lhe vinho misturado com mirra, mas ele não o tomou. Então o crucificaram e repartiram as suas roupas, tirando a sorte, para ver que parte caberia a cada um. Eram nove horas da manhã quando o crucificaram. E ali estava uma inscrição com o motivo de sua condenação: “O Rei dos Judeus”. Com Jesus foram crucificados dois ladrões, um à direita e outro à esquerda. Os que por ali passavam o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

    LEITOR III “Ah! Tu que destróis o templo e o reconstróis em três dias, salva-te a ti mesmo, descendo da cruz!”

    NARRADOR Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, com os mestres da Lei, zombavam entre si, dizendo:

    LEITOR IV “A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! O Messias, o rei de Israel... que desça agora da cruz, para que vejamos e acreditemos!”

    NARRADOR Os que foram crucificados com ele também o insultavam. Quando chegou o meio-dia, houve escuridão sobre toda a terra, até as três horas da tarde. Pelas três da tarde, Jesus gritou com voz forte:

    PRESIDENTE “Eloi, Eloi, lamá sabactâni?”

    NARRADOR Que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Alguns dos que estavam ali perto, ouvindo-o, disseram:

    LEITOR III “Vejam, ele está chamando Elias!”

    NARRADOR Alguém correu e embebeu uma esponja em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara e lhe deu de beber, dizendo:

    LEITOR II “Deixai! Vamos ver se Elias vem tirá-lo da cruz”.

    NARRADOR Então Jesus deu um forte grito e expirou.

    Todos se ajoelham ou se inclinam por um instante...

    Nesse momento a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes. Quando o oficial do exército, que estava bem em frente dele, viu como Jesus havia expirado, disse:

    LEITOR IV “Na verdade, este homem era Filho de Deus!”

    NARRADOR Palavra da Salvação.

    - Glória a vós, Senhor.